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Diana Krall – Glad Rag Doll

O jazz sempre  foi o norte sonoro da cantora e pianista canadense Diana Krall. Foi através dele ( o jazz ) que Diana ganhou um número considerável de fãs, faturou 2 Grammy’s e vendeu 6 milhões de discos. Um curriculum invejável de uma artista primorosa.  Recentemente Diana lançou o 11º álbum de estúdio de sua carreira, Glad Rag Doll, e com ele chegaram algumas mudanças no estilo que consagrou a moça. Se você é um dos fãs puristas de Krall, não se assuste. O novo trabalho da artista passeia por canções das décadas de 1920 e 1930 com o mesmo brilho musical a que estamos acostumados.

 

Glad Rag Doll (2012)
Glad Rag Doll (2012)

 

Já na capa, em um modelito chic e ousado, Diana Krall mostra que algo novo vem por aí. Ao soltar o play, o que ouvimos é uma sequência bem selecionada de canções que fazem parte da história dos EUA, Canadá e da própria artista. Afinal algumas das músicas escutadas pelo seu pai, também músico, estão no repertório de Glad Rag Doll. Krall vem acompanhada de uma nova banda de apoio neste projeto e ao lado do  produtor T-Bone Burnett, conseguiu dar às composições do início do século XX um frescor sutil. O piano elegante de Diana, sua voz rouca, interpretação sem delírios e arranjos certeiros para instrumentos que não tinham tanto destaque em seus trabalhos anteriores ( como a guitarra ), são os responsáveis por esta ponte entre dois períodos tão diferentes musicalmente.

 

Novos ares sem perder a elegância  e sutileza
Novos ares sem perder a elegância e sutileza

 

A seleção foi criteriosa e músicas que vem do fundo do baú sonoro de Diana, parecem feitas uma para a outra. As faixas se encaixam perfeitamente e o álbum é um desenrolar de delicadezas sonoras. We Just Couldn’t Say Goodbye, You Know – I Know Everything’ Made For Love, Let It Rain e There Ain’t No Sweet Man That’s Worth The Salt Of My Tears, são algumas das pérolas gravadas por Krall em Glad Rag Doll. Um álbum para se “degustar” com calma faixa por faixa. Quer mais de Diana Krall? É só acessar o site da moça www.dianakrall.com . Está tudo lá, datas de shows, redes sociais, discografia, biografia e por aí vai. Boa viagem por Glad Rag Doll.

Aqui no Link Sonoro você confere Diana Krall ao vivo no programa de Jools Holland interpretando There Ain’t No Sweet Man That’s Worth The Salt Of My Tears.

Até a próxima!

 

 

 

 

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Fernanda Cunha – Coração do Brasil (2012)

Alguns artistas brasileiros encontram além das nossas fronteiras o espaço que precisavam para divulgar seus trabalhos, explorar sua criatividade e fazer o intercâmbio nescessário da nossa cultura. Foi assim com a cantora Fernanda Cunha que nos últimos anos vem apresentando sua MPB em palcos do Canadá, França, Dinamarca, Aústria e tantos outros.

 

Fernanda Cunha e sua missão de levar a MPB para os palcos do mundo

Sobrinha de Sueli Costa, Fernanda traz no seu DNA a  herança genética de uma família altamente musical e cheia de brasilidade. Talvez daí a escolha refinada do repertório do 5º álbum de sua carreira. Coração do Brasil passeia pelas obras de Noel Rosa, Tom Jobim, Haroldo Barbosa e Sueli Costa. Em um salto na cronologia da música brasileira a cantora abraça Ivan Lins, chega ao pianista Márcio Hallack e abre as portas para o novo com Daniel Gonzaga, filho de Gonzaguinha.

 

Sueli Costa : Tia de Fernanda e mestra da música brasileira

 

Em Coração do Brasil, Fernanda Cunha vem acompanhada de músicos de primeira linha. Estão lá Cristóvão Bastos, Jorjão Carvalho, Jurim Moreira, Márcio Hallack e Camila Dias, só pra citar alguns. E a escolha não poderia ter sido melhor, a voz cristalina de Fernanda ganhou a cama perfeita para interpretações que vem na medida certa, sem exageros ou pieguices. Faixas como Somos Todos Iguais Nesta Noite, Adeus América e Não Tem Tradução ganharam um produção elaborada e harmoniosa. Vale destacar Perdido de Encantamento, composição inédita de Sueli Costa e Luiz Sérgio Henriques. Show!

 

Coração do Brasil

 

Se você ficou curioso para conhecer mais do trabalho da moça é só acessar www.fernandacunha.com . Estão lá datas de shows, fotos, vídeos, biografia e música. Boa viagem sonora pela MPB de Fernanda Cunha!

Aqui no Link Sonoro você confere a faixa Adeus América, composição de Haroldo Barbosa e Geraldo Jacques.

Até a próxima!

 

 

 

 

 

Mais sonoridades canadenses

Sempre falo aqui que passear pelo território musical das terras canadenses é trilhar um caminho cheio de gratas surpresas. As cantoras e compositoras Katherine Penfold e Billy The Kid são duas artistas que merecem atenção pelos trabalhos que passam pelo jazz, folk e pop  com muita categoria.

 

Katherine Penfold, bela voz e arranjos refinados

 

Katherine Penfold tem no jazz o carro chefe do seu trabalho, com um belo registro de voz ( ela é considerada uma das melhores cantoras do Canadá) e arranjos refinados para suas composições e releituras. Katherine traz na bagagem 2 álbuns, Journals e Live At The Park e já está com o 3º à caminho,  críticas positivas para suas apresentações e um repertório bem trabalhado que transita sem conflitos pelo R&B, jazz, funk e pop. Uma banda super entrosada faz a base ideal para as interpretações cheias de cores, tons e brilhos de Penfold deixando no ouvinte aquela vontade de “quero mais”. Quer saber mais sobre a moça? É só acessar www.katherinepenfold.ca e conferir as faixas, a história, os vídeos, cair nas suas redes sociais ou ir para sua página no Soundcloud que está recheiada de delícias sonoras ( www.soundclound.com/katherinepenfold).

 

Billy The Kid, talendo e personalidade de sobra

 

Folk, baladas, influências que vão de Bob Dylan a Elvis Costello, um estilo doce de cantar e um violão gentilmente tocado fazem parte do universo musical da também cantora e compositora Billy The Kid. A trajetória marcada pela ausência de preconceitos musicais fez de Billy uma artista honesta com sua proposta, daí a nescessidade de criar seu próprio selo, o Lost Records . Em seu trabalho mais recente, o EP The Lost Cause, a cantora se cercou de feras musicais como o pianista Garth Hudson ( Bob Dylan ), o guitarrista Ben Peeler ( Wallflowers  e Jacob Dylan ), o baterista Randy Cooke ( Ringo Star ) e o gaitista Stan Behrens ( The Four Tops ) para criar um repertório  suave e bem arranjado, que merece ser degustado faixa a faixa sem pressa. Então vamos lá, site da garota canadense é http://billythekidonline.com/site/ , de lá para os vídeos, novidades e downloads é só um clique.

Aqui você confere Katherine Penfold com a faixa Please Forgive Me

 

Billy The Kid com These City Lights

 

Até a próxima!

 

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