O grupo sueco Abba é um caso clássico de atemporalidade musical. Seu pop orquestrado, arranjos elaborados e letras fáceis na voz de duas carismáticas vocalistas, elevaram sua obra a um patamar estratosférico em pouco mais de uma década de existência.

ABBA

Pode-se até dizer que o Abba é como água, todo mundo consome, conhece e compra. Até hoje a banda vende uma média de 2 milhões de discos por ano em todo mundo. Os suecos continuam sendo uma marca forte e lucrativa no mercado musical.

Aproveitando todo esse gancho Ulf AnderssonRoger Palm, respectivamente saxofonista e baterista da formação original do ABBA, se uniram ao Sweeden’s Waterloo ( cover do grupo ) e a membros da Orquestra Filarmônica de Londres, com a regência de Matthew Freeman, e montaram o musical ABBA – The Show que o público de BH pôde conferir no último sábado ( 14.05 ) no Chevrolet Hall.

Ulf Andersson em ABBA – The Show

Mais uma vez ficou claro o poder de fogo da obra do ABBA. Casa lotada, uma plateia que variava dos 12 aos 70 anos e que cantou todas as músicas, sem excessão, do início ao fim da apresentação.

Roteiro bem pensado, coreografias deliciosas e músicos que interagem todo o tempo com o público, fazem de ABBA – The Show uma homengem a altura da banda original.

ABBA – The Show

Agnetha, Björn, Benny e Anni-Frid não se apresentam mais juntos, até mesmo porque Agnetha não pega avião, mas sua obra tem vida própria e ouvir essas composições interpretadas por uma banda competente e bem amarrada, é tomar uma dose dupla de energia e alto astral.
Aqui no Blog da Pelo Mundo você escuta Summer Night City, música que abriu o musical ABBA – The Show.

Até a próxima!

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Por Michelle Bruck