Olá,

Vamos começar a semana nos recuperando da “loucura, loucura” que foram as coberturas deste fim de semana. Como eu havia dito, na quinta-feira, dia 30, fomos (eu, Paulete) para Barbacena cobrir o Festival da Loucura. Para quem não sabe bem do que se trata “roubo” as palavras do folder da programação do evento para explicar melhor o que foi o “babado”.

“No bom “mineirês”, a expresão “trem doido” siginifica algo mto bom, sensacional! É a síntese, com maestria, de como eram as trens que chegavam a Barbacena apinhados de pessoas em busca de tratamento de psiquiátrico. O termo agora cai como uma luva para definir a programação do Festival da Loucura!”

Bem, Tom Zé foi o show de abertura e com toda sua “loucura Tom Zé ser” deu início com propriedade ao evento. Infelizmente, a apresentadora do quadro “ser ou não ser” do fantástico tomou todo o tempo de entrevista com o músico e ficamos devendo um papo bacana como artista. Mas pegamos algumas imagens do show e do pós show com direito a apresentação de teatro, dança e uma manifestação do loucos de carterinha, com flautas, pandeiros, palmas e mta disposição. Pra quem não teve a oportunidade de acompanhar essa festa fique ligado no Liquidificador nos próximos dias.

Na sexta, voltamos a capital para conferir a apresentação do Jorge Ben que aconteceu no Chevrolet Hall. Pena que não nós (eu e Paulete), ainda não temos o poder da clonagem para ficar para conferir a apresentação do músico Hermeto Pascoal, que segundo quem conferiu, foi uma apresentação inusitada, tal qual o próprio artista. Voltando ao Ben Jor, a banda do Zé Pretinho balançou a moçada que lotou o ginásio em uma apresentação de quase duas horas de hits do começo ao fim. O cantor também não cedeu entrevista, mas pegamos algumas imagens para o telespctador do “Liqui” sentir um gostinho da apresentação.

No sábado, Brandão aderiu a dupla da primeira cobertura (essa escrivã que vos fala e minha parceira de “crazy things” Paulete) para um segundo turno na loucura de Barbacena. Pronto o “trem doido pelomundano” estava completo. Nesse dia a atração foi Lobão. Durante a passagem de som, percebemos que Barbacena realemente não nega a fama, “do além”, pipocava malucos com suas performaces pessoais, acenavam e gritavam para o músico com seus delírios “fãsízticos”, se é que exite essa palavra. Logo depois da passagem de som, o músico conversou com o Brandão e falou sobre carreira, Jabá, Ministro da Cultura, com seu jeito provocador que lhe é peculiar. O show foi sensacional. Hits e novas canções fizeram parte do repertório e não decepcionou o público que lotou a Praça da Estação da cidade. Para quem curte Lobão, fique ligado nessa entrevista no Liquidificador.

Faço questão de dar um agradecimento especial à Noir Comunicação e Secretaria de Cultura de Barbacena por viabiliar essa cobertura, dando suporte de hospedagem no Hotel Grogotó, onde nos foi uma honra descansar de tanta loucura.

Bem, esse é mais um capítulo da saga pelomundanda de coberturas. Não perca as próximas aventuras dos loucos de carteirinha sem carteirinha… (não tivemos tempo para providenciar a nossa durante o evento)….

That´s it!!!

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