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Jamiroquai – The Return Of Space Cowboy (1994)

O segundo álbum de um artista, ou banda, é sempre desafiador. Afinal de contas é aquele momento onde se define os rumos do trabalho. O que pode parecer um desafio, serviu de mola propulsora para o Jamiroquai lançar, em 1994, o álbum The Return Of Space Cowboy. Mas antes da gente falar deste disco de Jay Kay e cia vale uma volta no tempo para entender melhor o som de uma das bandas mais bacanas que surgiu nos anos 1990.

 

The Return Of Space Cowboy

The Return Of Space Cowboy

 

Apesar dos integrantes do Jamiroquai serem ingleses, foi na música americana que a banda encontrou seu norte sonoro. Jazz, funk, soul e rythm and blues formam a base para o swing modernoso proposto pelo grupo. Mas as influências não param por aí. Para criar o nome do grupo, por exemplo, eles juntaram duas palavras : Jam ( de jam sessiom ) e Iroquois, nome de uma tribo indígena norte-americana pela qual Jay Kay – vocalista do grupo – se diz identificar, tanto na linha de pensamento, quanto no respeito e cuidado com a natureza. Com certeza você já viu, em algum vídeo ou foto, Jay Kay e seu volumoso cocar. Ou seja, a influência dos Iroquois também pode ser vista no figurino do moço.  Surge assim Jamiroquai e sua salada soul-funk-indígena-modernosa que sacudiu o início dos anos 1990 com o single When You Gonna Learn? e com seu 1º disco Emergency On Planet Earth de 1993. Depois deste breve histórico a gente pula para o nosso disco da vez aqui no Link Sonoro : The Return Of Space Cowboy.

 

Emergency On Planet Earth

Emergency On Planet Earth

 

O segundo disco do Jamiroquai traz um som mais limpo, texturas sonoras mais trabalhadas, o tradicional mergulho na produção dos anos 1970 e faixas que transitam com tranquilidade pelo soul, baladas e pop-instrumental, que foram muito bem conduzidas pela interpretação cheia de estilo de Jay Kay. The Return Of Space Cowboy não só passou no teste do 2º álbum, como também conquistou de vez o mercado mundial, em especial o Japão, que possui um público ávido pelas produções sonoras feitas no ocidente. O disco traz em seu repertório hits como Space Cowboy, Half The Man, Scam e Manifest Destiny, todas com ares pop mas com arranjos super bem elaborados e funk’s melodiosos. Tanta criatividade levou o Jamiroquai a criar um estilo que torna seu som único. Bastam alguns segundos e a gente já reconhece de quem é a levada que está tocando. Ou seja, o Jamiroquai se tornou uma marca musical, e mercadológica, forte e conhecida em boa parte do mundo.

 

Jay Kay e seu volumoso cocar

Jay Kay e seu volumoso cocar

 

Se você não se lembra muito bem do repertório de The Return Of Space Cowboy, vale à pena correr atrás deste álbum e deixar se levar por cada acorde presente nas faixas. Com certeza você vai se deliciar!

Aqui no Link Sonoro você confere a faixa Space Cowboy.

Até a próxima! :D

 

 
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Publicado por em 07/31/2015 em Música

 

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Tame Impala – Currents

Mudanças. Elas são necessárias e sempre vem após períodos em que a criação fica com aquela cara de “lugar comum” e o ato de produzir se torna algo com ares de acomodação. Em Currents, novo álbum do Tame Impala, a gente percebe essa necessidade de mudança logo na capa do disco. As linhas retas e cinzas, de repente, se tornam curvas criadas pelo efeito de uma esfera que dão um novo caminho, uma nova forma, uma nova cor. Mérito do músico e artista gráfico Robert Beatty que captou, e muito bem, a proposta do frontman do grupo Kevin Parker.

 

Currents

Currents

 

Em Currents, Kevin solta seu talento e assina as composições, canta e toca, além de ser responsável pelas gravações. A psicodelia continua presente nas faixas embalada em teclados lisérgicos, que às vezes podem esconder as linhas de guitarra, mas que criam uma atmosfera retrô que trazem arranjos bem elaborados e criativos. Ao longo do disco, somos levados para algum momento nos anos 70 com melodias funkeadas e, sem perceber, já estamos de volta ao século XXI com uma estética sonora eletrônica e cheia de efeitos. E não se iluda, essa viagem no tempo, proposta pelo grupo, faz todo sentido quando falamos do Tame Impala.

 

Kevin Parker, talentoso e multifacetado

Kevin Parker, talentoso e multifacetado

 

Neste novo trabalho Kevin Parker soltou seus sentimentos em composições que trazem uma série de emoções costuradas, sem se perder em ladainhas chatas e melancólicas. Talvez por isso Currents seja um disco que vai nos cativando a cada audição e que nos oferece uma embalagem ensolarada para temas tão variados. ‘Cause I’m A Man, The Less I Know The Better, The Moment e New Person,Same Old Mistakes são algumas das faixas que ilustram, e bem, essa nova fase do Tame Impala. Se você ainda não conferiu Currents, vale à pena fazer uma rápida pesquisa na web e se deixar levar pela viagem sonora da banda. Para conhecer mais do trabalho destes australianos é só acessar www.tameimpala.com.

 

Tame Impala

Tame Impala

 

Aqui no Link Sonoro você confere a faixa ‘Cause I’m A Man.

Até a próxima! :D

 

 
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Publicado por em 07/24/2015 em Música

 

Florence + The machine – How Big, How Blue, How Beautiful

Um dos lançamentos mais esperados para este ano, desde que foi anunciado, é o novo álbum de Florence + The Machine. E não é para menos, o último trabalho de Florence Welch e sua trupe foi Ceremonials (2011) que trazia o universo onírico e místico da moça. Welch se permitiu um período sabático e com a bateria recarregada e a criatividade à flor da pele, como sempre, soltou How Big, How Blue, How Beautiful, disco que traz o lirismo marcante da sua obra, mas com uma roupagem sonora um pouco diferente da que estamos acostumados.

 

How Big, How Blue, How Beautiful

How Big, How Blue, How Beautiful

 

Neste novo trabalho Florence solta sua poesia em temas mais próximos da vida real. Desilusões amorosas, decepções e arrependimentos estão presentes em seus desabafos poéticos. Mas a cantora também abre espaço para o otimismo e a esperança. Talvez um reflexo do seu momento atual, afinal após passar por tantas situações traumáticas, como o término de uma relação e o abuso de álcool, Florence deu a volta por cima e tocou seu barco.

 

Florence Welch

Florence Welch

 

A Florence compositora contou com algumas parcerias bem bacanas! Estão lá sua fiel escudeira Isa Summers, Paul Epworth, Ester Dean, Tom Hull e Markus Dravs. Já as melodias ganharam arranjos orgânicos e uma levada mais pop. A sonoridade grandiosa e cheia de orquestrações, desta vez vem acompanhada de linhas de guitarras rasgadas e batidas mais animadas e dançantes que fazem a cama ideal para a voz potente e a interpretação intensa de Florence Welch. Aliás, Welch consegue dar às faixas um brilho que torna cada canção uma verdadeira viagem ao seu universo cheio de possibilidades musicais.

 

Florence Welch e sua parceira musical Isa Summers

Florence Welch e sua parceira musical Isa Summers

 

How Big, How Blue , How Beautiful é um álbum que traz um repertório bem amarrado que nos conquista a cada audição nos apresentando gratas surpresas. Se você ficou curioso para conhecer o novo trabalho de Florence + The Machine é só acessar florenceandthemachine.net , estão lá redes sociais, vídeos, fotos e agenda de shows.

Aqui no Link Sonoro você confere a faixa Ship To Wreck.

Até a próxima! :D

 

 
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Publicado por em 07/17/2015 em Música

 

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Mentes Perigosas – Trilha Sonora (1995)

Em 1995 o diretor John N. Smith lançou o longa Mentes Perigosas que trazia no elenco Michelle Pfeiffer no papel de  LouAnne Johnson, ex-oficial da marinha americana, que decide largar tudo para voltar a dar aulas de inglês. Indicada para uma vaga por um amigo, ela consegue o posto e sua primeira turma é formada por “alunos especiais”, ou seja, seu desafio era fazer com que estudantes totalmente desinteressados do aprendizado, vindos de comunidades carentes  e de diversas etnias, mudassem suas vidas através do saber e do conhecimento, segundo ela suas maiores armas para enfrentar uma sociedade tão desigual. A história é verídica e, acredite, LouAnne conseguiu seu objetivo!

 

Mentes Perigosas (1995)

Mentes Perigosas (1995)

 

Mas aqui no Link Sonoro o que nos interessa é a trilha sonora de Dangerous Minds, nome original do filme, onde o hip-hop é predominante, e com toda razão. Quando o estilo surgiu, na década de 1970 nos EUA, trouxe fortes críticas sociais a um sistema racista e nada igualitário. A filosofia do movimento era a de existirem disputas com base na criatividade e não na violência. Seus pilares eram – ou melhor, são – a música, o graffiti, a poesia e a dança,  o que abriu um leque de produção para artistas, em sua grande maioria jovens, para expressarem seus sentimentos e mostrarem sua insatisfação com aquele sistema oprimia de forma cruel a comunidade negra e das regiões periféricas das cidades.

 

hip-hop - o início

hip-hop – o início

 

Todo esse movimento mudou, e muito, a vida de milhares de pessoas. Após tantos conflitos sangrentos, falta de oportunidades e exclusão, a arte conseguiu criar um futuro com menos preconceito e descriminação. Ela, a arte, cumpriu sua função social e ainda nos trouxe um estilo e uma forma de se fazer cultura que invadiu o complexo mercado musical. Depois que a gente assiste Mentes Perigosas – que mesmo depois de 20 anos permanece atual, principalmente quando falamos das políticas públicas para a educação, do preconceito e da falta de interesse em oferecer uma grade curricular que construa cidadãos mais críticos da sua realidade – podemos entender porque o hip-hop é o norte para a trilha sonora do longa. Estão lá Coolio, Big Mike, Tre Black, Sista,Craig & Mack , além de gente como Wendy And Lisa e Immature, responsáveis pelas baladas  românticas.

 

Michelle Pfeiffer e Coolio

Michelle Pfeiffer e o rapper Coolio

 

Se você ainda não conhece a trilha de Dangerous Minds, ou ainda não assistiu o filme, vale à pena conferir! Michelle Pfeiffer dá um banho de interpretação ao som de muito hip-hop . Aqui no Link Sonoro você confere a faixa Gagsta’s Paradise com o rapper Coolio.

 

Até a próxima! :D

 

 

 
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Publicado por em 06/12/2015 em Música

 

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Cazuza – 30 anos de “Exagerado”

O ano era 1985 e Cazuza, então vocalista do Barão Vermelho, resolveu que precisava dar novos rumos para sua jornada musical.  O cantor estava em meio às gravações de Declare Guerra, 4o álbum do Barão, quando decidiu sair da banda alegando a necessidade de liberdade para compor e de se expressar em suas poesias. Outro fator que pesou,  e muito, segundo palavras do próprio Cazuza  é que ele era muito egoísta para dividir a atenção e os palcos.

 

Barão Vermelho com Cazuza no auge da banda

Barão Vermelho com Cazuza no auge da banda

 

Em 1985 o Barão Vermelho havia sacudido a cidade do Rock na primeira edição do Rock in Rio.  No ano anterior o disco Maior Abandonado conquistou o tão sonhado Disco de Ouro. Ou seja, Declare Guerra nascia em um momento que o grupo crescia no mercado musical e conquistava mais fãs com seu rock sem frescura e a voz rasgada de Cazuza. Mesmo assim o moço acreditou na sua intuição e iniciou sua carreira solo com o lançamento do álbum Exagerado em 1985.

 

Cazuza e Frejat na 1a edição do Rock In Rio

Cazuza e Frejat na 1a edição do Rock In Rio

 

Cazuza era uma cara criterioso quando o assunto era trabalho. Suas letras bem construídas, misturavam críticas sociais, declarações suaves de amor e momentos ácidos, tudo envolto em uma variedade de estilos que iam do rock’n’roll às baladas, passando pelo blues sem o menor pudor. Aliás pudor não é um termo que se encaixava na personalidade de Cazuza, e em sua música ele também não existia. É só puxar pela memória faixas como Só As Mães São Felizes e Desastre Mental, para a gente se lembrar do quanto suas composições podiam tocar feridas sem nenhum medo.

 

Exagerado

Exagerado

 

As parcerias em Exagerado também foram um ponto alto do álbum. Leoni, Lobão, Frejat, Wally SalomãoRenato Ladeira dividiam as canetas em várias letras. Já a banda de apoio trazia feras como Rogério Meanda, João Rebouças, Décio Crispin e Nico Rezende. Esse último, inclusive, ficou a cargo da produção ao lado de Ezequiel Neves, grande amigo de Cazuza desde os tempos de Barão. E isso sem falar na direção artística luxuosa de Guto Graça Mello.

 

Ezequiel Neves e Cazuza, parceria na vida e na música

Ezequiel Neves e Cazuza, parceria na vida e na música

 

Lá se vão 30 anos desde o lançamento de Exagerado e o álbum continua atual, como boa parte das obras de Cazuza. Codinome Beija-Flor, Medieval II e Mal Nenhum com certeza estão na ponta da língua de muita gente por aí. E para celebrar a data Dado Villa-Lobos, João Barone, Liminha e Kassin criaram uma versão re-colour para a faixa-título do álbum, ou seja, eles mantiveram a voz de Cazuza e deram para a canção novas trilhas e elementos o que, claro, traz outras cores para a música. O título, Exagerado 3.0, é uma homenagem pra lá de merecida!

 

Dado e Liminha nos ensaios de Exagerado 3.0

Dado e Liminha nos ensaios de Exagerado 3.0

 

Se você não conhece Exagerado ou não está se lembrando muito bem de todas as faixas, vale conferir o álbum na íntegra e comemorar, celebrar e lembrar toda a poesia e musicalidade de Cazuza. Aqui no Link Sonoro você confere a faixa Mal Nenhum.

Até a próxima! :D

 

 

 

 
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Publicado por em 05/29/2015 em Música

 

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Amelinha – Entrevista 40 anos de carreira

A cantora Amelinha está prestes a completar 40 anos de carreira, além da turnê de Janelas do Brasil estão programadas algumas boas novidades, inclusive uma biografia que vai contar suas andanças musicais.

Amelinha bateu um papo com a gente no Link Sonoro e falou do início ao lado de Vinícius de Moraes, Toquinho e Fagner, a ditadura, a geração dos anos 70, suas parcerias e projetos. Confere aí!

 

 

Taí a cantora Amelinha no Link Sonoro, para conhecer mais o trabalho da moça é só acessar amelinhafrevomulher.com.br

 

Até a próxima! :D

 
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Publicado por em 05/22/2015 em Música

 

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Ivan Lins – 70 anos

70 anos é uma data emblemática, ao longo de sete décadas são construídas histórias inesquecíveis, momentos memoráveis e se a pessoa for um músico de primeira grandeza, com certeza vai trazer na bagagem canções que marcaram várias gerações e que fazem parte da história musical do país. O Link Sonoro homenageia um moço que chega aos 70 cheio de vitalidade e com muitos projetos na cabeça, a gente está falando de Ivan Lins.

 

Ivan Lins

Ivan Lins

 

Ivan Lins começou a carreira quando ainda era estudante de Engenharia Química em sua terra natal, Rio de Janeiro. A década de 1960 estava chegando ao fim quando ele faturou o 2º lugar no V Festival Internacional da Canção com a faixa Amor é o Meu País. Apesar da boa colocação, a música que colocou Ivan literalmente na “boca do povo” foi Madalena, parceria com Ronaldo Monteiro e interpretada pela voz poderosa de Elis Regina.  A partir daí a MPB foi presenteada com várias pérolas que marcaram a história da música popular brasileira.

 

Elis e Ivan, dupla musical afinada

Elis e Ivan, dupla musical afinada

 

Não tem como passear pela biografia de Ivan Lins sem  entrar no tema política. A ditadura foi responsável por várias perdas, exílios e censuras, mas também foi um dos momentos mais criativos da música nacional. Crítico feroz do sistema, Ivan levava para as suas composições o inconformismo com aquela realidade tão dura. Cartomante faixa que está no álbum Nos Dias de Hoje de 1978, parceria com seu fiel escudeiro Victor Martins, é uma exemplo clássico de poesia sutil e melodia primorosa que traz em suas entrelinhas uma forte crítica social, uma sequência de conselhos para que cada um preservasse sua vida e a certeza que todos os reis das cartas daquele baralho iriam cair. Alías esse disco é sem dúvida um dos momentos mais engajados na carreira de Ivan.

 

Nos Dias de Hoje - 1978

Nos Dias de Hoje – 1978

 

Um pianista de alta qualidade, cantor intenso e um intérprete forte, Ivan traz em suas melodias um misto de jazz, soul, samba em um piano percussivo que conquistou não só músicos e público do Brasil como também nomes fortes do cenário musical dos EUA. Quincy Jones, Sarah Vaughan, Ella Fitzgerald, Carmen McRae e Barbara Streisand foram alguns dos artistas que se renderam à qualidade harmônica das composições de Ivan. É só dar uma breve olhada em seu currículo, para ver que são vários Grammy’s na bagagem.

 

Ella Fitzgerald regravou Madalena e em bom português!

Ella Fitzgerald regravou Madalena e em bom português!

 

Cidadão antenado, Ivan Lins criou em 1991 – em mais uma parceria com Victor Martins – a gravadora Velas de onde saíram os álbuns de Lenine, Chico César e Guinga, que estavam chegando no mercado musical, e de nomes já consagrados como Edu Lobo e Zizi Possi. Vê-se logo que esse moço navega em todas as esferas da música.

 

Lenine, um dos "pupilos" de Ivan

Lenine, um dos “pupilos” de Ivan

 

Para um futuro próximo Ivan Lins tem uma série de projetos na manga, mesmo dizendo que anda meio desencantado com o mercado musical. Então anote aí : biografia, um álbum com arranjos sinfônicos, um outro só com músicas caipiras e  um disco com uma coleção de fados compostos pelo próprio Ivan. Isso sem falar na agenda lotada com shows pelo Brasil e o mundo e mais algumas canções inéditas que estão guardadinhas em sua gaveta. Para você conhecer a obra de Ivan Lins, sua agenda, redes sociais e escutar suas composições é só acessar www.ivanlins.com.br

 

O jovem Ivan Lins cheio de projetos na manga

O jovem Ivan Lins cheio de projetos na manga

 

Aqui no Link Sonoro você confere a faixa Dinorah Dinorah.

Até a próxima! :D

 

 

 

 
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Publicado por em 05/15/2015 em Música

 

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