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Amelinha – Entrevista 40 anos de carreira

A cantora Amelinha está prestes a completar 40 anos de carreira, além da turnê de Janelas do Brasil estão programadas algumas boas novidades, inclusive uma biografia que vai contar suas andanças musicais.

Amelinha bateu um papo com a gente no Link Sonoro e falou do início ao lado de Vinícius de Moraes, Toquinho e Fagner, a ditadura, a geração dos anos 70, suas parcerias e projetos. Confere aí!

 

 

Taí a cantora Amelinha no Link Sonoro, para conhecer mais o trabalho da moça é só acessar amelinhafrevomulher.com.br

 

Até a próxima! :D

 
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Publicado por em 05/22/2015 em Música

 

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Ivan Lins – 70 anos

70 anos é uma data emblemática, ao longo de sete décadas são construídas histórias inesquecíveis, momentos memoráveis e se a pessoa for um músico de primeira grandeza, com certeza vai trazer na bagagem canções que marcaram várias gerações e que fazem parte da história musical do país. O Link Sonoro homenageia um moço que chega aos 70 cheio de vitalidade e com muitos projetos na cabeça, a gente está falando de Ivan Lins.

 

Ivan Lins

Ivan Lins

 

Ivan Lins começou a carreira quando ainda era estudante de Engenharia Química em sua terra natal, Rio de Janeiro. A década de 1960 estava chegando ao fim quando ele faturou o 2º lugar no V Festival Internacional da Canção com a faixa Amor é o Meu País. Apesar da boa colocação, a música que colocou Ivan literalmente na “boca do povo” foi Madalena, parceria com Ronaldo Monteiro e interpretada pela voz poderosa de Elis Regina.  A partir daí a MPB foi presenteada com várias pérolas que marcaram a história da música popular brasileira.

 

Elis e Ivan, dupla musical afinada

Elis e Ivan, dupla musical afinada

 

Não tem como passear pela biografia de Ivan Lins sem  entrar no tema política. A ditadura foi responsável por várias perdas, exílios e censuras, mas também foi um dos momentos mais criativos da música nacional. Crítico feroz do sistema, Ivan levava para as suas composições o inconformismo com aquela realidade tão dura. Cartomante faixa que está no álbum Nos Dias de Hoje de 1978, parceria com seu fiel escudeiro Victor Martins, é uma exemplo clássico de poesia sutil e melodia primorosa que traz em suas entrelinhas uma forte crítica social, uma sequência de conselhos para que cada um preservasse sua vida e a certeza que todos os reis das cartas daquele baralho iriam cair. Alías esse disco é sem dúvida um dos momentos mais engajados na carreira de Ivan.

 

Nos Dias de Hoje - 1978

Nos Dias de Hoje – 1978

 

Um pianista de alta qualidade, cantor intenso e um intérprete forte, Ivan traz em suas melodias um misto de jazz, soul, samba em um piano percussivo que conquistou não só músicos e público do Brasil como também nomes fortes do cenário musical dos EUA. Quincy Jones, Sarah Vaughan, Ella Fitzgerald, Carmen McRae e Barbara Streisand foram alguns dos artistas que se renderam à qualidade harmônica das composições de Ivan. É só dar uma breve olhada em seu currículo, para ver que são vários Grammy’s na bagagem.

 

Ella Fitzgerald regravou Madalena e em bom português!

Ella Fitzgerald regravou Madalena e em bom português!

 

Cidadão antenado, Ivan Lins criou em 1991 – em mais uma parceria com Victor Martins – a gravadora Velas de onde saíram os álbuns de Lenine, Chico César e Guinga, que estavam chegando no mercado musical, e de nomes já consagrados como Edu Lobo e Zizi Possi. Vê-se logo que esse moço navega em todas as esferas da música.

 

Lenine, um dos "pupilos" de Ivan

Lenine, um dos “pupilos” de Ivan

 

Para um futuro próximo Ivan Lins tem uma série de projetos na manga, mesmo dizendo que anda meio desencantado com o mercado musical. Então anote aí : biografia, um álbum com arranjos sinfônicos, um outro só com músicas caipiras e  um disco com uma coleção de fados compostos pelo próprio Ivan. Isso sem falar na agenda lotada com shows pelo Brasil e o mundo e mais algumas canções inéditas que estão guardadinhas em sua gaveta. Para você conhecer a obra de Ivan Lins, sua agenda, redes sociais e escutar suas composições é só acessar www.ivanlins.com.br

 

O jovem Ivan Lins cheio de projetos na manga

O jovem Ivan Lins cheio de projetos na manga

 

Aqui no Link Sonoro você confere a faixa Dinorah Dinorah.

Até a próxima! :D

 

 

 

 
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Publicado por em 05/15/2015 em Música

 

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Blur – The Magic Whip

Doze anos separam Think Tank (2003) de The Magic Whip, o mais recente álbum da banda britânica Blur. Durante esse período seus integrantes trabalharam em projetos paralelos e as duas cabeças criativas do grupo, Damon Albarn e Grahan Coxon, esfriaram a relação musical de mais de duas décadas. Para os fãs de um dos ícones do britpop pode ter sido uma fase saudosa, mas para os rapazes foi bom período para ampliar o universo sonoro e pensar sobre os rumos do Blur.

 

The Magic Whip

The Magic Whip

 

The Magic Whip traz a formação original do grupo (Damon Albarn, Grahan Coxon, Alex James e Dave Rowntree), mas vem embalado em novas sonoridades, momentos reflexivos e experimentações. O disco começou a surgir em 2013 com uma jam session em Hong Kong. Naquele ano o Blur foi chamado para participar de um festival que não aconteceu e com o tempo livre, os moços começaram a trabalhar no que viria ser o 1º álbum da banda em mais de uma década. Mas para o clima ficar perfeito faltava a parceria do produtor de alguns dos trabalhos do quarteto : Stephen Street. Com a família musical reunida, foram necessários poucos dias para que The Magic Whip ganhasse forma.

 

Stephen Street, parceiro musical de longa data do Blur

Stephen Street, parceiro musical de longa data do Blur

 

Neste novo trabalho o Blur se deixou levar pela sonoridade eletrônica, mas não abriu mão da guitarra criativa e eficiente de Grahan Coxon, que soube unir  momentos quase lisérgicos a levadas pop e pegadas mais roqueiras. Já a cozinha formada por Alex James e Dave Rowntree trouxe o ritmo certo para cada uma das faixas, sem excessos ou  batidas dissonantes. E Damon Albarn por sua vez, soube usar a cama que a banda montou para ele, e soltou sua voz  ( e interpretação ) na medida certa para cada composição. O Blur já não é mais um grupo formado por garotos ingleses buscando se firmar no mercado musical. Pelo contrário, são quatro homens com uma bagagem repleta de experiências – musicais e de vida –  com idas e vindas em suas relações, mas com a certeza de onde querem chegar e de onde não querem sair. Faixas como My Terracota Heart, Ghost Ship, Go Out e Ice Cream Man monstram que a maturidade e todas as vivências individuais de cada um, só fizeram bem para o som do grupo.

 

Os "homens" do Blur

Os “homens” do Blur

 

Para conhecer The Magic Whip e a história do Blur é só acessar blur.co.uk, está tudo lá : vídeos, discos, biografia, agenda e redes sociais. Aqui no Link Sonoro a você confere a faixa Go Out.

Até a próxima :D

 

 

 

 

 
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Publicado por em 05/08/2015 em Música

 

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ABBA \o/

O ano era 1974 e o Festival Eurovisão ganhou temperos suecos. O mundo pop, até então sob o domínio de nomes americanos e ingleses, foi sacudido por 2 simpáticos casais que mudaram definitivamente o cenário musical da época e que são influência até hoje para quem quer fazer mais que melodias simples e pegajosas. O ABBA foi o vencedor daquela edição com a faixa Waterloo, que estourou na Inglaterra e  ganhou o resto do continente europeu.  Daí para o som de Björn Ulvaeus, Benny Andersson, Agnetha Fältskog e Frida Lyngstad cruzar o Atlântico e estourar nas paradas norte-americanas…foi um pulo.

 

ABBA, dois simpáticos e talentosos casais

ABBA, dois simpáticos e talentosos casais

 

A grande tacada do ABBA foi unir a disco music à arranjos grandiosos e elaborados e ainda colocar duas vocalistas poderosas  e “bonitonas” na linha de frente do grupo. Mas não se engane, ao vivo eles funcionavam muitíssimo bem, sem playback e coreografia. O som do grupo falava por si só, coisa que não acontece com tanta frequência no nosso século XXI. Em um primeiro momento pode parecer estranho que a música pop possa se valer de pianos, violinos, cordas e todo um aparato instrumental para sacudir pistas de dança, estourar em paradas radiofônicas e ainda vender 200 milhões cópias, além agradar gregos e troianos de todas as classes, estilos e nacionalidades. Mas acredite, deu muito certo!

 

Ao vivo essa galera levantava platéias em todo mundo

Ao vivo essa galera levantava platéias em todo mundo

 

A carreira do ABBA foi curta e impactante. 8 anos foram o suficiente para que o grupo sacudisse as estruturas do cenário pop. Mas nem tudo que é bom dura para sempre. A convivência, a pressão, o cansaço das turnês intermináveis e uma série de outros fatores geraram o divórcio dos casais e à partir daí a alegria do som do ABBA deu lugar a canções mais densas e tristes. Muito longe do que o público estava acostumado e com isso, claro, as vendas… caíram. Esse foi o start para o fim da banda em 1982.

 

O figurino.....outra marca registrada da banda :D

O figurino…..outra marca registrada da banda :D

 

Mas a música do ABBA é muito mais forte que qualquer tempestade emocional. Uma década após o fim da banda, o grupo Erasure lançou um álbum com releituras das canções dos suecos. O musical Mamma Mia, por sua vez, foi sucesso de público na Broadway e ganhou uma versão cinematográfica que trazia no elenco nomes como Meryl Streep e Pierce Brosnan. Isso sem falar no longa Priscila, a rainha do deserto e em Hung Up do álbum Confessions On a Dance Floor, onde Madonna usou um trecho do hit Gimme,Gimme,Gimme. Segunda a moça não foi fácil conseguir que o ABBA liberasse a canção. Ela precisou mandar um enviado especial à Suécia e ainda dizer que amava – e muito! – o som da banda. Mas ela conseguiu o que queria, como sempre, e a música foi sucesso. Até Bono Vox já se aventurou a cantar uma canção do ABBA. Daí a gente percebe porque o som do grupo é universal e atemporal!

Se você não conhece ou sabe pouco do ABBA, faça uma rápida pesquisa na internet ou no Youtube, aliás na era digital os vídeos do grupo tem… milhões e milhões de cliques. Pode se deixar levar, sem medo, pelo som contagiante da banda. Aqui no Link Sonoro você confere o ABBA ao vivo com a clássica Dancing Queen.

Até a próxima! :D

 

 

 

 
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Publicado por em 04/24/2015 em Música

 

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Toro Y Moi – What For?

Chazwick Bradley Bundick. Você conhece esse moço? Não?…Claro que sim, estamos falando de Toro Y Moi, o rapaz que conquistou crítica e público na segunda metade do século XXI com seu som etéreo, cheio de detalhes eletrônicos e uma voz doce e aveludada. Este mês Toro soltou What For? , álbum que traz uma trabalho mais orgânico, com guitarras, bateria, baixo, teclados e tudo que um som funkeado pede.

 

What For?

What For?

 

Chaz disse em uma entrevista recente que estava em um momento de bloqueio criativo e o projeto Les Sins, lançado no fim de 2014, foi trazendo de volta aquele insight musical que deu vida a What For? . Uma boa conferida no disco e a gente percebe um tom mais ensolarado em suas composições, arranjos mais encorpados, levadas dançantes e a presença de instrumentos que às vezes ficavam de fora em seus trabalhos anteriores.

 

Chaz Bundick ou Toro Y Moi?

Chaz Bundick ou Toro Y Moi? ;)

 

Em What For? as guitarras dão um toque especial a cada faixa, hora guiadas por levadas funk como em Spell It Out , outras mais lisérgicas como em The Flight e algumas na linha “baladinha romântica” como em Yeah Right. Chaz acertou em cheio com um pop elegante, repleto de nuances e arranjos criativos. Ao mesmo tempo que o rapaz mantém sua estética musical recheada de experimentos sonoros, ele também cria uma sonoridade mais palatável para o grande público. What For? tem tudo para agradar os fãs de Chaz e trazer mais agregados para seu reduto musical.

 

Em What For? as guitarras tem um lugar especial

Em What For? as guitarras tem um lugar especial

 

Quer conhecer melhor o novo trabalho de Toro Y Moi? Corre lá no site do rapaz www.toroymoi.com , estão lá vídeos, agenda e o soundcloud de Chaz. Aqui no Link Sonoro a gente confere a faixa Empty Nesters.

Até a próxima! :D

 

 

 

 
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Publicado por em 04/17/2015 em Música

 

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Billie Holiday – 100 anos

Para alguns artistas a mola propulsora de sua criatividade passa pela vivência de momentos difíceis. Amores mal resolvidos, um passado com algumas experiências amargas, os vícios ou qualquer outra situação similar. Você deve estar se perguntando: Por que começar o programa de hoje refletindo sobre uma das várias formas que motivam a criação? Simples, para falarmos de uma das maiores vozes da música mundial que completaria 100 anos este mês. Billie Holiday!

 

Billie Holiday

Billie Holiday

 

A biografia de Lady Day (apelido que ganhou do saxofonista Lester Young) é uma sequência de fatos que daria um daqueles filmes repletos de dramas, amores conturbados, abusos, preconceito, doses generosas de álcool e drogas, boas noitadas, além – claro – de shows memoráveis e gravações inesquecíveis. Tudo isso nos Estados Unidos do início do século XX, onde o cenário era formado por um racismo cruel, ao mesmo tempo em que a música negra americana – o jazz, o blues e o gospel – ganhava cada vez mais adeptos entre ouvintes de todas as raças.

 

Billie e suas tradicionais orquídeas brancas

Billie e suas tradicionais orquídeas brancas

 

A infância de Billie Holiday não foi nada fácil. A pequena Eleonora Fagan ( nome de batismo de Holliday) foi abandonada pela mãe ainda aos 10 anos, quando foi violentada por um vizinho. Já o pai deu o fora muito antes da garota balbuciar suas primeiras palavras. Daí em diante sua vida foi um tour por casas de parentes distantes até o dia em que foi parar em um bordel para fazer pequenas serviços. O que poderia parecer a pior das situações para aquela menina, foi na verdade sua libertação, afinal foi neste local que ela escutou seu primeiro jazz.  Uma gravação, não muito das melhores, de Louis Armstrong e Bessie Smith. Pronto!! O impacto daquele som foi o pontapé inicial para Billie descobrir seu verdadeiro caminho: a música. Sua jornada sonora começa cantando em boates onde foi descoberta por John Hammond, que por sua vez, a levou a Benny Goodman. Daí em diante foram alguns anos cantando em orquestras de feras como Count Basie  e Artie Shaw. Mas a moça tinha necessidade de muito mais e cantar em big bands não permitia que ela explorasse todo seu poder de interpretação. Foi quando entrou em cena um dos seus grandes parceiros musicais : Lester Young. Aquele…que a apelidou de Lady Day. À partir daí nasceu um novo conceito de interpretação jazzística, que influenciaria centenas e centenas de cantoras.

 

Lester Young, o parceiro musical perfeito para Billie

Lester Young, o parceiro musical perfeito para Billie

 

Com o sucesso vieram os casamentos, a boemia, os romances – como o caso com a atriz Tallulah Bankhead e Orson Welles – e os excessos. Mas Billie Holiday não era só isso. Seu lado político aparece na gravação de Strange Fruit, um dos primeiros registros de uma canção de protesto contra o racismo. Seu lado artístico por sua vez traz uma cantora que, apesar de não possuir uma formação musical clássica, fez da sua voz um instrumento requintado e repleto de nuances, efeitos e possibilidades.

 

Billie e Tallulah em uma de suas "baladas"

Billie e Tallulah em uma de suas “baladas”

 

Lady Day perdeu a guerra para o vício e as complicações causadas pelo consumo excessivo de álcool, mas nos deixou um criação musical que mudou o curso da música, do canto e da interpretação. Uma boa busca na web e você vai encontrar pérolas sonoras que ainda serão ouvidas daqui a 100 anos. E não se iluda, Billie Holiday tem em seu repertório muito mais que canções com roupagens tristes. As interpretações de My Man, Travelin’ Alone, Summertime e Billie’s Blues mostram o lado cheio de swing de Holiday.

 

A voz de Billie deu ao jazz uma cara nova

A voz de Billie deu ao jazz uma cara nova

 

Então aproveite o centenário de Billie Holiday para conhecer, rever ou ouvir várias vezes uma das vozes mais marcantes do jazz! Aqui no Link Sonoro a gente confere a faixa Now or Never.

Até a próxima! :D

 

 

 
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Publicado por em 04/10/2015 em Música

 

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Madonna – Rebel Heart

Diva para muitos e rainha do pop para a grande maioria, Madonna está de volta com Rebel Heart, o 13º álbum de sua carreira. Como tudo que envolve a material girl, o disco fez um enorme burburinho desde o fim de 2014 quando algumas faixas vazaram na rede. A moça, que não é nada boba, liberou naquela ocasião umas canções para os fãs como um presente de Natal e este ano lançou o trabalho na íntegra bem antes do previsto, para a alegria do público, mercado e todo o mundo da música.

 

Rebel Heart

Rebel Heart

 

Rebel Heart traz 19 faixas que, segundo a cantora, mostram seu lado rebelde, provocadora, que rompe barreiras, mas também sua parte romântica,  vulnerável e sensível. Nas composições Madonna explora temas como sexo, religião, a vida e seu real sentido, amores desfeitos, liberdade pessoal e tudo o que movimenta seus pensamentos, com seu olhar crítico e o tom por vezes confecional.

 

Madonna

Madonna

 

Madonna é uma artista que está sempre antenada com as tendências que o mercado da música oferece, seja nos estilos ou nas tecnologias. Em seus álbuns encontramos participações de nomes que estão em evidência e desta vez não foi diferente. Marcam presença em Rebel Heart DJ Diplo, Alicia Keys, Nas, Kanye West e até Mike Tyson, sim ele está lá! Com essa salada artística toda, Madonna nos oferece doses generosas de hip-hop, baladas com atmosferas grandiosas e outras bem delicadas e batidas eletrônicas que garantem o tom dançante de várias faixas.

 

Um brinde para a parceria para a parceria de Madonna e DJ Diplo

Um brinde para a parceria de Madonna e DJ Diplo

 

Rebel Heart é um álbum que mantém Madonna no topo da cena pop, onde ela reina há muito tempo inclusive. Aos 56 anos, a moça continua com seu tradicional vigor físico, suas coreografias bem montadas –e ensaiadas – e clipes super bem produzidos. É só conferir o vídeo da faixa Living For Love, que mantém o padrão Madonna de qualidade, com direito a uma citação do filósofo alemão Nietzsche no final. Uma crítica direta aos maus tratos animais, principalmente as touradas e eventos similares. Daí o figurino nos estilo toureira e dançarinos com máscaras de touros altamente estilizadas.

 

A toureira de Living For Love

A toureira de Living For Love

 

Claro que Rebel Heart vai render uma turnê pelo mundo, afinal seu shows são verdadeiros eventos cheios de surpresas. Aliás a agenda de Madonna já está lotada com apresentações na Europa e América do Norte. Já na América do Sul a gente fica aguardando, e torcendo, para que a Rebel Heart Tour passe por aqui. Para saber mais sobre o novo álbum de Madonna, conferir suas redes sociais e datas de shows é só acessar madonna.com .

Aqui no Link Sonoro a gente confere a faixa Living For Love.

Até a próxima! :D

 

 
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Publicado por em 03/27/2015 em Música

 

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