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Mentes Perigosas – Trilha Sonora (1995)

Em 1995 o diretor John N. Smith lançou o longa Mentes Perigosas que trazia no elenco Michelle Pfeiffer no papel de  LouAnne Johnson, ex-oficial da marinha americana, que decide largar tudo para voltar a dar aulas de inglês. Indicada para uma vaga por um amigo, ela consegue o posto e sua primeira turma é formada por “alunos especiais”, ou seja, seu desafio era fazer com que estudantes totalmente desinteressados do aprendizado, vindos de comunidades carentes  e de diversas etnias, mudassem suas vidas através do saber e do conhecimento, segundo ela suas maiores armas para enfrentar uma sociedade tão desigual. A história é verídica e, acredite, LouAnne conseguiu seu objetivo!

 

Mentes Perigosas (1995)

Mentes Perigosas (1995)

 

Mas aqui no Link Sonoro o que nos interessa é a trilha sonora de Dangerous Minds, nome original do filme, onde o hip-hop é predominante, e com toda razão. Quando o estilo surgiu, na década de 1970 nos EUA, trouxe fortes críticas sociais a um sistema racista e nada igualitário. A filosofia do movimento era a de existirem disputas com base na criatividade e não na violência. Seus pilares eram – ou melhor, são – a música, o graffiti, a poesia e a dança,  o que abriu um leque de produção para artistas, em sua grande maioria jovens, para expressarem seus sentimentos e mostrarem sua insatisfação com aquele sistema oprimia de forma cruel a comunidade negra e das regiões periféricas das cidades.

 

hip-hop - o início

hip-hop – o início

 

Todo esse movimento mudou, e muito, a vida de milhares de pessoas. Após tantos conflitos sangrentos, falta de oportunidades e exclusão, a arte conseguiu criar um futuro com menos preconceito e descriminação. Ela, a arte, cumpriu sua função social e ainda nos trouxe um estilo e uma forma de se fazer cultura que invadiu o complexo mercado musical. Depois que a gente assiste Mentes Perigosas – que mesmo depois de 20 anos permanece atual, principalmente quando falamos das políticas públicas para a educação, do preconceito e da falta de interesse em oferecer uma grade curricular que construa cidadãos mais críticos da sua realidade – podemos entender porque o hip-hop é o norte para a trilha sonora do longa. Estão lá Coolio, Big Mike, Tre Black, Sista,Craig & Mack , além de gente como Wendy And Lisa e Immature, responsáveis pelas baladas  românticas.

 

Michelle Pfeiffer e Coolio

Michelle Pfeiffer e o rapper Coolio

 

Se você ainda não conhece a trilha de Dangerous Minds, ou ainda não assistiu o filme, vale à pena conferir! Michelle Pfeiffer dá um banho de interpretação ao som de muito hip-hop . Aqui no Link Sonoro você confere a faixa Gagsta’s Paradise com o rapper Coolio.

 

Até a próxima! :D

 

 

 
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Publicado por em 06/12/2015 em Música

 

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Cazuza – 30 anos de “Exagerado”

O ano era 1985 e Cazuza, então vocalista do Barão Vermelho, resolveu que precisava dar novos rumos para sua jornada musical.  O cantor estava em meio às gravações de Declare Guerra, 4o álbum do Barão, quando decidiu sair da banda alegando a necessidade de liberdade para compor e de se expressar em suas poesias. Outro fator que pesou,  e muito, segundo palavras do próprio Cazuza  é que ele era muito egoísta para dividir a atenção e os palcos.

 

Barão Vermelho com Cazuza no auge da banda

Barão Vermelho com Cazuza no auge da banda

 

Em 1985 o Barão Vermelho havia sacudido a cidade do Rock na primeira edição do Rock in Rio.  No ano anterior o disco Maior Abandonado conquistou o tão sonhado Disco de Ouro. Ou seja, Declare Guerra nascia em um momento que o grupo crescia no mercado musical e conquistava mais fãs com seu rock sem frescura e a voz rasgada de Cazuza. Mesmo assim o moço acreditou na sua intuição e iniciou sua carreira solo com o lançamento do álbum Exagerado em 1985.

 

Cazuza e Frejat na 1a edição do Rock In Rio

Cazuza e Frejat na 1a edição do Rock In Rio

 

Cazuza era uma cara criterioso quando o assunto era trabalho. Suas letras bem construídas, misturavam críticas sociais, declarações suaves de amor e momentos ácidos, tudo envolto em uma variedade de estilos que iam do rock’n’roll às baladas, passando pelo blues sem o menor pudor. Aliás pudor não é um termo que se encaixava na personalidade de Cazuza, e em sua música ele também não existia. É só puxar pela memória faixas como Só As Mães São Felizes e Desastre Mental, para a gente se lembrar do quanto suas composições podiam tocar feridas sem nenhum medo.

 

Exagerado

Exagerado

 

As parcerias em Exagerado também foram um ponto alto do álbum. Leoni, Lobão, Frejat, Wally SalomãoRenato Ladeira dividiam as canetas em várias letras. Já a banda de apoio trazia feras como Rogério Meanda, João Rebouças, Décio Crispin e Nico Rezende. Esse último, inclusive, ficou a cargo da produção ao lado de Ezequiel Neves, grande amigo de Cazuza desde os tempos de Barão. E isso sem falar na direção artística luxuosa de Guto Graça Mello.

 

Ezequiel Neves e Cazuza, parceria na vida e na música

Ezequiel Neves e Cazuza, parceria na vida e na música

 

Lá se vão 30 anos desde o lançamento de Exagerado e o álbum continua atual, como boa parte das obras de Cazuza. Codinome Beija-Flor, Medieval II e Mal Nenhum com certeza estão na ponta da língua de muita gente por aí. E para celebrar a data Dado Villa-Lobos, João Barone, Liminha e Kassin criaram uma versão re-colour para a faixa-título do álbum, ou seja, eles mantiveram a voz de Cazuza e deram para a canção novas trilhas e elementos o que, claro, traz outras cores para a música. O título, Exagerado 3.0, é uma homenagem pra lá de merecida!

 

Dado e Liminha nos ensaios de Exagerado 3.0

Dado e Liminha nos ensaios de Exagerado 3.0

 

Se você não conhece Exagerado ou não está se lembrando muito bem de todas as faixas, vale conferir o álbum na íntegra e comemorar, celebrar e lembrar toda a poesia e musicalidade de Cazuza. Aqui no Link Sonoro você confere a faixa Mal Nenhum.

Até a próxima! :D

 

 

 

 
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Publicado por em 05/29/2015 em Música

 

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Amelinha – Entrevista 40 anos de carreira

A cantora Amelinha está prestes a completar 40 anos de carreira, além da turnê de Janelas do Brasil estão programadas algumas boas novidades, inclusive uma biografia que vai contar suas andanças musicais.

Amelinha bateu um papo com a gente no Link Sonoro e falou do início ao lado de Vinícius de Moraes, Toquinho e Fagner, a ditadura, a geração dos anos 70, suas parcerias e projetos. Confere aí!

 

 

Taí a cantora Amelinha no Link Sonoro, para conhecer mais o trabalho da moça é só acessar amelinhafrevomulher.com.br

 

Até a próxima! :D

 
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Publicado por em 05/22/2015 em Música

 

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Ivan Lins – 70 anos

70 anos é uma data emblemática, ao longo de sete décadas são construídas histórias inesquecíveis, momentos memoráveis e se a pessoa for um músico de primeira grandeza, com certeza vai trazer na bagagem canções que marcaram várias gerações e que fazem parte da história musical do país. O Link Sonoro homenageia um moço que chega aos 70 cheio de vitalidade e com muitos projetos na cabeça, a gente está falando de Ivan Lins.

 

Ivan Lins

Ivan Lins

 

Ivan Lins começou a carreira quando ainda era estudante de Engenharia Química em sua terra natal, Rio de Janeiro. A década de 1960 estava chegando ao fim quando ele faturou o 2º lugar no V Festival Internacional da Canção com a faixa Amor é o Meu País. Apesar da boa colocação, a música que colocou Ivan literalmente na “boca do povo” foi Madalena, parceria com Ronaldo Monteiro e interpretada pela voz poderosa de Elis Regina.  A partir daí a MPB foi presenteada com várias pérolas que marcaram a história da música popular brasileira.

 

Elis e Ivan, dupla musical afinada

Elis e Ivan, dupla musical afinada

 

Não tem como passear pela biografia de Ivan Lins sem  entrar no tema política. A ditadura foi responsável por várias perdas, exílios e censuras, mas também foi um dos momentos mais criativos da música nacional. Crítico feroz do sistema, Ivan levava para as suas composições o inconformismo com aquela realidade tão dura. Cartomante faixa que está no álbum Nos Dias de Hoje de 1978, parceria com seu fiel escudeiro Victor Martins, é uma exemplo clássico de poesia sutil e melodia primorosa que traz em suas entrelinhas uma forte crítica social, uma sequência de conselhos para que cada um preservasse sua vida e a certeza que todos os reis das cartas daquele baralho iriam cair. Alías esse disco é sem dúvida um dos momentos mais engajados na carreira de Ivan.

 

Nos Dias de Hoje - 1978

Nos Dias de Hoje – 1978

 

Um pianista de alta qualidade, cantor intenso e um intérprete forte, Ivan traz em suas melodias um misto de jazz, soul, samba em um piano percussivo que conquistou não só músicos e público do Brasil como também nomes fortes do cenário musical dos EUA. Quincy Jones, Sarah Vaughan, Ella Fitzgerald, Carmen McRae e Barbara Streisand foram alguns dos artistas que se renderam à qualidade harmônica das composições de Ivan. É só dar uma breve olhada em seu currículo, para ver que são vários Grammy’s na bagagem.

 

Ella Fitzgerald regravou Madalena e em bom português!

Ella Fitzgerald regravou Madalena e em bom português!

 

Cidadão antenado, Ivan Lins criou em 1991 – em mais uma parceria com Victor Martins – a gravadora Velas de onde saíram os álbuns de Lenine, Chico César e Guinga, que estavam chegando no mercado musical, e de nomes já consagrados como Edu Lobo e Zizi Possi. Vê-se logo que esse moço navega em todas as esferas da música.

 

Lenine, um dos "pupilos" de Ivan

Lenine, um dos “pupilos” de Ivan

 

Para um futuro próximo Ivan Lins tem uma série de projetos na manga, mesmo dizendo que anda meio desencantado com o mercado musical. Então anote aí : biografia, um álbum com arranjos sinfônicos, um outro só com músicas caipiras e  um disco com uma coleção de fados compostos pelo próprio Ivan. Isso sem falar na agenda lotada com shows pelo Brasil e o mundo e mais algumas canções inéditas que estão guardadinhas em sua gaveta. Para você conhecer a obra de Ivan Lins, sua agenda, redes sociais e escutar suas composições é só acessar www.ivanlins.com.br

 

O jovem Ivan Lins cheio de projetos na manga

O jovem Ivan Lins cheio de projetos na manga

 

Aqui no Link Sonoro você confere a faixa Dinorah Dinorah.

Até a próxima! :D

 

 

 

 
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Publicado por em 05/15/2015 em Música

 

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Blur – The Magic Whip

Doze anos separam Think Tank (2003) de The Magic Whip, o mais recente álbum da banda britânica Blur. Durante esse período seus integrantes trabalharam em projetos paralelos e as duas cabeças criativas do grupo, Damon Albarn e Grahan Coxon, esfriaram a relação musical de mais de duas décadas. Para os fãs de um dos ícones do britpop pode ter sido uma fase saudosa, mas para os rapazes foi bom período para ampliar o universo sonoro e pensar sobre os rumos do Blur.

 

The Magic Whip

The Magic Whip

 

The Magic Whip traz a formação original do grupo (Damon Albarn, Grahan Coxon, Alex James e Dave Rowntree), mas vem embalado em novas sonoridades, momentos reflexivos e experimentações. O disco começou a surgir em 2013 com uma jam session em Hong Kong. Naquele ano o Blur foi chamado para participar de um festival que não aconteceu e com o tempo livre, os moços começaram a trabalhar no que viria ser o 1º álbum da banda em mais de uma década. Mas para o clima ficar perfeito faltava a parceria do produtor de alguns dos trabalhos do quarteto : Stephen Street. Com a família musical reunida, foram necessários poucos dias para que The Magic Whip ganhasse forma.

 

Stephen Street, parceiro musical de longa data do Blur

Stephen Street, parceiro musical de longa data do Blur

 

Neste novo trabalho o Blur se deixou levar pela sonoridade eletrônica, mas não abriu mão da guitarra criativa e eficiente de Grahan Coxon, que soube unir  momentos quase lisérgicos a levadas pop e pegadas mais roqueiras. Já a cozinha formada por Alex James e Dave Rowntree trouxe o ritmo certo para cada uma das faixas, sem excessos ou  batidas dissonantes. E Damon Albarn por sua vez, soube usar a cama que a banda montou para ele, e soltou sua voz  ( e interpretação ) na medida certa para cada composição. O Blur já não é mais um grupo formado por garotos ingleses buscando se firmar no mercado musical. Pelo contrário, são quatro homens com uma bagagem repleta de experiências – musicais e de vida –  com idas e vindas em suas relações, mas com a certeza de onde querem chegar e de onde não querem sair. Faixas como My Terracota Heart, Ghost Ship, Go Out e Ice Cream Man monstram que a maturidade e todas as vivências individuais de cada um, só fizeram bem para o som do grupo.

 

Os "homens" do Blur

Os “homens” do Blur

 

Para conhecer The Magic Whip e a história do Blur é só acessar blur.co.uk, está tudo lá : vídeos, discos, biografia, agenda e redes sociais. Aqui no Link Sonoro a você confere a faixa Go Out.

Até a próxima :D

 

 

 

 

 
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Publicado por em 05/08/2015 em Música

 

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ABBA \o/

O ano era 1974 e o Festival Eurovisão ganhou temperos suecos. O mundo pop, até então sob o domínio de nomes americanos e ingleses, foi sacudido por 2 simpáticos casais que mudaram definitivamente o cenário musical da época e que são influência até hoje para quem quer fazer mais que melodias simples e pegajosas. O ABBA foi o vencedor daquela edição com a faixa Waterloo, que estourou na Inglaterra e  ganhou o resto do continente europeu.  Daí para o som de Björn Ulvaeus, Benny Andersson, Agnetha Fältskog e Frida Lyngstad cruzar o Atlântico e estourar nas paradas norte-americanas…foi um pulo.

 

ABBA, dois simpáticos e talentosos casais

ABBA, dois simpáticos e talentosos casais

 

A grande tacada do ABBA foi unir a disco music à arranjos grandiosos e elaborados e ainda colocar duas vocalistas poderosas  e “bonitonas” na linha de frente do grupo. Mas não se engane, ao vivo eles funcionavam muitíssimo bem, sem playback e coreografia. O som do grupo falava por si só, coisa que não acontece com tanta frequência no nosso século XXI. Em um primeiro momento pode parecer estranho que a música pop possa se valer de pianos, violinos, cordas e todo um aparato instrumental para sacudir pistas de dança, estourar em paradas radiofônicas e ainda vender 200 milhões cópias, além agradar gregos e troianos de todas as classes, estilos e nacionalidades. Mas acredite, deu muito certo!

 

Ao vivo essa galera levantava platéias em todo mundo

Ao vivo essa galera levantava platéias em todo mundo

 

A carreira do ABBA foi curta e impactante. 8 anos foram o suficiente para que o grupo sacudisse as estruturas do cenário pop. Mas nem tudo que é bom dura para sempre. A convivência, a pressão, o cansaço das turnês intermináveis e uma série de outros fatores geraram o divórcio dos casais e à partir daí a alegria do som do ABBA deu lugar a canções mais densas e tristes. Muito longe do que o público estava acostumado e com isso, claro, as vendas… caíram. Esse foi o start para o fim da banda em 1982.

 

O figurino.....outra marca registrada da banda :D

O figurino…..outra marca registrada da banda :D

 

Mas a música do ABBA é muito mais forte que qualquer tempestade emocional. Uma década após o fim da banda, o grupo Erasure lançou um álbum com releituras das canções dos suecos. O musical Mamma Mia, por sua vez, foi sucesso de público na Broadway e ganhou uma versão cinematográfica que trazia no elenco nomes como Meryl Streep e Pierce Brosnan. Isso sem falar no longa Priscila, a rainha do deserto e em Hung Up do álbum Confessions On a Dance Floor, onde Madonna usou um trecho do hit Gimme,Gimme,Gimme. Segunda a moça não foi fácil conseguir que o ABBA liberasse a canção. Ela precisou mandar um enviado especial à Suécia e ainda dizer que amava – e muito! – o som da banda. Mas ela conseguiu o que queria, como sempre, e a música foi sucesso. Até Bono Vox já se aventurou a cantar uma canção do ABBA. Daí a gente percebe porque o som do grupo é universal e atemporal!

Se você não conhece ou sabe pouco do ABBA, faça uma rápida pesquisa na internet ou no Youtube, aliás na era digital os vídeos do grupo tem… milhões e milhões de cliques. Pode se deixar levar, sem medo, pelo som contagiante da banda. Aqui no Link Sonoro você confere o ABBA ao vivo com a clássica Dancing Queen.

Até a próxima! :D

 

 

 

 
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Publicado por em 04/24/2015 em Música

 

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Toro Y Moi – What For?

Chazwick Bradley Bundick. Você conhece esse moço? Não?…Claro que sim, estamos falando de Toro Y Moi, o rapaz que conquistou crítica e público na segunda metade do século XXI com seu som etéreo, cheio de detalhes eletrônicos e uma voz doce e aveludada. Este mês Toro soltou What For? , álbum que traz uma trabalho mais orgânico, com guitarras, bateria, baixo, teclados e tudo que um som funkeado pede.

 

What For?

What For?

 

Chaz disse em uma entrevista recente que estava em um momento de bloqueio criativo e o projeto Les Sins, lançado no fim de 2014, foi trazendo de volta aquele insight musical que deu vida a What For? . Uma boa conferida no disco e a gente percebe um tom mais ensolarado em suas composições, arranjos mais encorpados, levadas dançantes e a presença de instrumentos que às vezes ficavam de fora em seus trabalhos anteriores.

 

Chaz Bundick ou Toro Y Moi?

Chaz Bundick ou Toro Y Moi? ;)

 

Em What For? as guitarras dão um toque especial a cada faixa, hora guiadas por levadas funk como em Spell It Out , outras mais lisérgicas como em The Flight e algumas na linha “baladinha romântica” como em Yeah Right. Chaz acertou em cheio com um pop elegante, repleto de nuances e arranjos criativos. Ao mesmo tempo que o rapaz mantém sua estética musical recheada de experimentos sonoros, ele também cria uma sonoridade mais palatável para o grande público. What For? tem tudo para agradar os fãs de Chaz e trazer mais agregados para seu reduto musical.

 

Em What For? as guitarras tem um lugar especial

Em What For? as guitarras tem um lugar especial

 

Quer conhecer melhor o novo trabalho de Toro Y Moi? Corre lá no site do rapaz www.toroymoi.com , estão lá vídeos, agenda e o soundcloud de Chaz. Aqui no Link Sonoro a gente confere a faixa Empty Nesters.

Até a próxima! :D

 

 

 

 
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Publicado por em 04/17/2015 em Música

 

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