RSS

Bob Marley – Easy Skanking in Boston ’78

Se estivesse vivo, Bob Marley completaria 70 primaveras este ano. E claro que homenagens não vão faltar.  Pela primeira vez os herdeiros de Bob darão acesso aos arquivos da gravadora Universal e uma série de vídeos, músicas e apresentações ao vivo e inéditas vão chegar ao grande público. E o primeiro deles já foi lançado. Este mês chegou em várias lojas físicas e virtuais, nos formatos CD e Blue-Ray, Easy Skanking in Boston ’78, registro inédito de um show de Bob Marley &The Wailers, gravado por um fã com a autorização do próprio Marley, durante a passagem da turnê do álbum Kaya em Boston.

 

Easy Skanking in Boston '78

Easy Skanking in Boston ’78

 

Para a gente lembrar, Kaya foi lançado em 1978 e mostra um momento criativo mais calmo do artista em contraste com a fase anterior, de muita militância de Bob Marley e seu grupo, o The Wailers. Lá estão alguns dos maiores hits de Marley como Is This Love, Sun Is Shining e a faixa-título Kaya.

 

Kaya

Kaya

 

De volta para Easy Skanking in Boston ’78, a obra traz um excelente trabalho de remasterização e com a qualidade melhorada do som, podemos sentir a intensidade de um show de Bob Marley & The Wailers. É impossível não se ver tomado pela catarze sonora no palco e na plateia, causada pela vibração musical de uma banda altamente competente, com músicos de primeira grandeza e pela voz visceral de Bob Marley.

 

Bob Marley & The Wailers

Bob Marley & The Wailers

 

Já o repertório é uma verdadeira delícia do reagge. Estão lá Slave Driver, I Shot The Sheriff, Get Up Standy Up, Them Belly Full, Burnin’ & Lootin’ e Jamming. Isso só para citar  algumas das 13 músicas que compõem o trabalho. Easy Skanking in Boston ’78 cumpre a missão de trazer para o público a energia e a grandiosidade da música de Bob Marley. E imagine o que vem por aí, durante este ano, para celebrar o Rei do Rasta!

 

Bob Marley

Bob Marley

 

Vale destacar também, o trabalho feito na web. Um site muito bem elaborado, que traz a história, a música, a família, fotos, vídeos, redes sociais , ou seja, um ambiente repleto de informações para o público. Não deixe de dar um pulinho em bobmarley.com, com certeza você vai gostar. Aqui no Link Sonoro a gente confere a faixa Jamming .

Até a próxima! :D

 

 
Deixe um comentário

Publicado por em 02/27/2015 em Música

 

Tags: , , , ,

Valerie June – Pushing’ Against A Stone

Se você é um daqueles fãs ardorosos do rhythm and blues, do soul, jazz, country e afins já deve ter ouvido falar da cantora Valerie June. Se não, está na hora de conhecer o trabalho desta moça que vem ganhando cada vez mais espaço no mundo  da música.

 

Valerie June

Valerie June

 

Valerie June nasceu no Tennessee, Estados Unidos, e com tantas influências sonoras ao seu redor, não tinha como fugir da carreira musical. Depois que ganhou seu primeiro violão, aos 15 anos, Valerie não parou mais. Aprendeu outros instrumentos, cantou em igrejas, tocou em vários palcos e hoje vem colhendo os frutos da sua busca musical.

 

Um instrumento é pouco para a moça

Um instrumento é pouco para a moça

 

Dona de uma voz particular que cai como uma luva em suas canções, Valerie, que também é compositora, procurou se cercar de músicos e produtores que sabem levar, na medida certa, os acordes para cada arranjo das composições. Em 2013 ela lançou Pushing’ Against A Stone, álbum que traz uma feliz parceria com Dan Auerbach (vocalista e guitarrista do The Black Keys ) e com o produtor  Kevin Augunas.  No disco June explora as raízes da música norte-americana com uma banda super afinada, melodias bem produzidas e o tradicional grupo de backing vocals que o estilo pede. O resultado foi um excelente álbum de estreia e uma carreira que vem se consolidando desde então.

 

Pushing’ Against A Stone

Pushing’ Against A Stone

 

Por aqui a gente fica aguardando anciosamente o próximo disco de Valerie June. Para saber mais sobre o trabalho da moça é só acessar valeriejune.com estão lá suas redes sociais, biografia, vídeos, música e muito mais.

Aqui no Link Sonoro a gente confere a faixa Wanna Be Your Mind .

Até a próxima! :D

 

 

 
Deixe um comentário

Publicado por em 02/20/2015 em Música

 

Tags: , , , ,

Alice Caymmi – Rainha dos Raios

A família Caymmi tem em seu DNA música e poesia em doses generosas. Dori, Nana e Danilo Caymmi levam adiante, com muito talento, a herança artística deixada pelo pai Dorival Caymmi. E parece que a terceira geração deste clã cultural segue o mesmo caminho. Alice Caymmi, filha de Danilo, tem o mesmo dom para música, mas a sonoridade  conteporânea e experimental mostra que a moça busca novos horizontes para seu som.

 

Dori, Danilo e Nana : seguindo os passos do pai com muito talento

Dori, Danilo e Nana : seguindo os passos do pai com muito talento

 

Em 2014 Alice Caymmi soltou seu 2º álbum solo, Rainha dos Raios, um disco que traz – em suas 9 faixas – regravações para nomes como Caetano Veloso, Gil, Maysa e MC Marcinho, além de uma composição própria. Mas não se iluda, o trabalho está longe de ser um mero registro de releituras. Em Rainha dos Raios, Alice impõe sua identidade sonora e ao lado do produtor Diogo Strausz explora as mais diversas ambientações musicais.

 

Rainha dos Raios

Rainha dos Raios

 

Rainha dos Raios traz uma estética sonora marcante, com melodias que vem envolvidas por violinos, metais,  elementos eletrônicos e guitarras que às vezes chegam distorcidas e em outros momentos delicadamente harmônicas. Dona de uma voz grave e uma interpretação intensa, Alice Caymmi aproveita a cama bem feita pela banda e backing vocals para explorar nuances diferentes para cada canção. E por falar nelas – as canções – estão lá Jasper de Caetano Veloso, Meu Mundo Caiu de Maysa, Como Vês de Domenico Lancellotti e Bruno Di Lullo, Princesa do MC Marcinho e Iansã de Gil e Caetano. Ou seja, diversidade é o carro-chefe do trabalho de Alice Caymmi.

 

Alice Caymmi

Alice Caymmi

 

Para conhecer mais de perto o universo sonoro de Alice Caymmi é só acessar rainhadosraios.com . Aqui no Link Sonoro você confere Rainha dos Raios na íntegra, direto do Soundcloud da moça.

Até a próxima! :D

 

 

 

 
Deixe um comentário

Publicado por em 02/06/2015 em Música

 

Tags: , , , , , , , , , , , ,

Bjork – Vulnicura

Nos dias atuais é muito difícil encontrar um artista que não tenha passado pela experiência de ver seu álbum “vazado” na rede antes de seu lançamento oficial. Com Bjork não foi diferente. O 9ª disco de estúdio da cantora islandesa estava previsto para chegar ao mercado em março, mas ele caiu nos ouvidos do público, via internet, este mês e a moça decidiu lançar Vulnicura no iTunes poucos dias após o vazamento do CD.

 

Bjork - Vulnicura

Bjork – Vulnicura

 

O tema central das composições de Vulnicura é o fim de seu casamento com o artista Matthew Barney. Ao longo das 9 faixas Bjork expõe a tristeza da separação, as incertezas que surgem após o término, o destino da família, as lembranças da relação e a cura das dores causadas pela situação. Bjork nunca soou tão confecional em suas composições. Ao expor uma fase tão delicada de sua vida pessoal, a cantora faz uma catarse sonora de seus sentimentos.

 

"Quem canta seus males espanta"

“Quem canta seus males espanta”

 

A experimentação e o diálogo com a tecnologia que Bjork apresenta em suas músicas, já são velhos conhecidos do público e em Vulnicura vocal, cordas, sintetizadores e batidas eletrônicas fazem a cama para as letras autobiográficas da cantora. Nas parcerias destaque para o produtor venezuelano Arca que manda muito bem na faixa  Not Get. Detalhe para a voz da islandesa que surge mais clara e encorpada após a retirada de dois nódulos nas cordas vocais em 2012.

 

Bjork

Bjork

 

Ao longo das 9 faixas, algumas bem longas como é o caso de Blake Lake com 10 minutos, Bjork mostra um trabalho coerente,  conteporâneo e independente das letras terem como norte o fim de um relacionamento, a moça não caiu no esquema  pop meloso ( o que nem de longe é a sua cara ) e manteve sua identidade sonora. Não espere melodias fáceis de digerir, afinal essa não é a “vibe” de Bjork, mas com certeza após algumas audições o som bem elaborado e produzido de Vulnicura vai conquistar espaço no seu HD musical. Para saber mais sobre Vulnicura e todo o trabalho de Bjork é só acessar bjork.com .

Aqui no Link Sonoro a gente confere a faixa Stonemilker.

Até a próxima! :D

 

 

 

 
Deixe um comentário

Publicado por em 01/30/2015 em Música

 

Tags: , ,

Mark Ronson – Uptown Special

Para a alegria do mundo da música, o produtor inglês Mark Ronson está de volta com Uptown Special, mais uma de suas delícias sonoras que traz o soul e o funk com uma roupagem conteporânea. Mark faz parte daquela safra de artistas que embasaram seus trabalhos nestes estilos. Vide Amy Winehouse, Adele, Duffy, Alice Russel e por aí vai.

 

Uptown Special

Uptown Special

 

Em Uptown Special Mark Ronson se cerca de uma série de participações ilustres e estão lá Stevie Wonder, Kevin Parker ( vocalista do Tame Impala ), Bruno Mars, Mystical, Keyone Starr, Andrew Wyatt e Jeff Bhasker, além do escritor americano Michael Chabon, criador da maioria das letras das canções. Ronson soube tirar o melhor de cada um: a harmônica de Wonder, a voz de Parker, o swing do rapper Mystical, a presença cênica de Mars e a interpretação de Wyatt só pra citar alguns dos talentos destes nobres colaboradores.

 

Kevin Parker do Tame Impala e Mark Ronson

Kevin Parker do Tame Impala e Mark Ronson

 

Neste que é seu 4ª álbum, Mark Ronson traz melodias com um clima retrô com baixos cheios de groove, guitarras com muito ritmo e metais bem colocados. Mas o moço também tem os pés no século XXI e não deixa de acrescentar suas baterias eletrônicas e sintetizadores. Na salada sonora de Ronson tem espaço para todos os temperos e faixas como Uptown’s First Finale e Summer Breaking trazem arranjos suaves e psicodélicos. Já em Feel Right e Uptown Funk o produtor soltou todo funk-soul que tem guardado no bolso. E em Heavy and Rolling e Crack In The Pearl a gente confere baladas cheias de estilo.

 

Mark Ronson

Mark Ronson

 

Fã ou não de Mark Ronson vale à pena conferir Uptown Special. Com certeza você vai ouvir o álbum mais de uma vez. Para conferir as novidades de Ronson é só acessar seu site e redes sociais. Aqui no Link Sonoro a gente confere a faixa In a Case Of Fire com a participação de Jeff Bhasker

Até a próxima! :D

 

 
Deixe um comentário

Publicado por em 01/22/2015 em Música

 

Tags: , , , , , , , , , ,

Dzi Croquettes – “As Internacionais”

A arte, assim como tudo no mundo, é algo que não conseguimos definir em uma só palavra, um só gesto, uma só nota ou uma só cor. Uma palavra pode ter um efeito arrasador ou delicado, nossos movimentos podem ser duros ou flexíveis, a música pode ser densa ou suave e a cor pode se tornar várias com a influência da luz. Nós também somos assim, meio macho – meio fêmea, meio anjo – meio demônio, meio sentimental – meio racional. Resumindo : nada é uno por si só e a dualidade é uma lei que permeia toda ciência, arte e filosofia.

 

Tudo tem seus dois lado...(tela de Jorge Jucá)

Tudo tem seus dois lado…(tela de Jorge Jucá)

 

Você deve estar se perguntando porque começar um texto com os dois lados de tudo. Bom, para falar de Dzi Croquettes não precisa de uma data ou evento especial, afinal só o fato de mudar o “fazer artístico” no Brasil já é um motivo para lembrar destes rapazes a qualquer hora. Já a dualidade foi o carro-chefe, a marca registrada destes 13 artistas multifacetados.

 

Dzi Croquettes

Dzi Croquettes

 

Na época em que nasceu o Dzi Croquettes, o Brasil estava em meio a um dos momentos mais rigorosos da ditadura militar. A mão da censura pairava sobre toda e qualquer manifestação artística, afinal a arte – além dos embates violentos entre povo e militares nas ruas do país –  era uma forma de enfrentar aquele regime que foi um dos maiores vilões do país que queria de volta a sua liberdade de ser e pensar. O dançarino e coreógrafo nova-iorquino Lennie Dale já estava sacudindo os alicerces do espetáculo brasileiro com sua dança, seu estilo de cantar, suas parcerias e apresentações com diversos artistas nacionais. Elis Regina, por exemplo, deve toda sua movimentação de palco (e braços) às “dicas” de Lennie. Daí para criar um grupo que levasse para o palco a ginga brasileira com a disciplina dos ensaios da Broadway (local de onde veio Dale) foi um pulo.

 

Elis, uma das fãs-aprendizes de Lennie

Elis, uma das fãs-aprendizes de Lennie

 

O Dzi Croquettes era formado por 13 homens fortes, peludos e másculos que se vestiam como damas de cabaré,  usavam maquiagens pra lá de criativas,  tinham a leveza de uma bailarina russa e o swing do povo brasileiro. O Dzi levava para os palcos coreografias arrasadoras, com uma estética visual difícil de se encontrar até hoje. Salvo os shows geniais de Ney Matogrosso, um dos fãs de carteirinha dos Croquettes e altamente influenciado pelo o estilo do grupo , tanto na época dos Secos e Molhados quanto em sua carreira solo.

 

Secos e Molhados, qualquer semelhança com o Dzi não é mera coincidência

Secos e Molhados, qualquer semelhança com o Dzi não é mera coincidência

 

As músicas também eram um caso à parte nos shows. Não importava a língua ou estilo. Em inglês, português ou francês, se samba, bolero ou soul, o grupo sempre mostrava a mesma técnica e preparo físico para todos os atos dos espetáculos. Originalidade, ousadia, liberdade criativa e inventividade são só algumas palavras para descrever o trabalho do Dzi Croquettes. Essa família, como gostavam de ser chamados, elevou o fazer artístico brasileiro a um alto patamar de profissionalismo.

 

Não existia esse ou aquele estilo para o Dzi, existia a Arte.

Não existia esse ou aquele estilo para o Dzi, existia a Arte.

 

Do Brasil para Paris foi outro pulo, desta vez apadrinhado por Liza Minnelli, que depois de assistir um show do grupo no Brasil, se apaixonou completamente por aqueles 13 homens “talentosérrimos”. Como ela  disse no documentário realizado por Tatiana Issa e Raphael Alvarez ( Dzi Croquettes – 2009) : “I can’t describe in one Word”.   A temporada na Cidade Luz foi um sucesso, com direito a novos fãs como Mick Jagger, Josefine Backer e Jeane Moreau só pra citar alguns.

 

Liza Minnelli, o passaporte para a temporada internacional do Dzi Croquettes

Liza Minnelli, o passaporte para a temporada internacional do Dzi Croquettes

 

A volta ao Brasil foi na verdade uma reviravolta e a AIDS, algumas diferenças e o destino encerraram a jornada de um dos mais impactantes grupos brasileiros. Mas ficou a memória de um dos momentos mais vigorosos e criativos da cultura brasileira. Uma fonte inesgotável para todo o artista que busca transcender os limites da arte, da técnica, da irreverência e dos conceitos pré-estabelecidos. Como eles diziam : “Não somos homens, não somos mulheres. Somos gente como vocês.”  Ou seja, eles levavam para a arte, para o palco e para a vida os dois lados de tudo.Se você quiser conhecer a fundo o Dzy Croquettes é só assistir o documentário, que está disponível no Youtube. Aliás vale à pena e muito conferir essa homenagem emocionante de Tatiana Issa ( filha do coreógrafo Américo Issa ) e Raphael Alvarez.

 

Dzi Croquettes - O documententátio

Dzi Croquettes – O documententário

 

Aqui no Link Sonoro você confere um trecho do espetáculo em que o Dzi dá a sua cara para o soul de James Brown.

Até a próxima! :D

 

 

 

 

 

 

 

 
Deixe um comentário

Publicado por em 01/16/2015 em Música

 

Tags: , , , , , , , , , , , , , , , ,

Zaz – Paris

Zaz. Quando você ouve essa palavra deve pensar em algo rápido e ligeiro, afinal taí uma onomatopeia super usada. Mas aqui no Link Sonoro Zaz vem do outro lado do Atlântico e é hoje uma das vozes mais ouvidas na França.

Isabelle Geffroy é uma francesinha da cidade de Tours, que começou sua carreira na banda de blues Fiftya Fingers.  Depois de um período integrando os grupos AngoulêmeIzar-Adatz, Isabelle – mais conhecida como Zaz – seguiu carreira solo e em 2010 lançou seu primeiro álbum que levava seu “nome de guerra”, Zaz. Naquele ano a moça foi a cantora francesa mais tocada no exterior, um feito para poucos principalmente com um disco de estreia.

 

Zaz

Zaz

 

As influências musicais de Zaz vem do jazz, do blues, da música tradicional francesa e dos ritmos latinos. Dona de uma voz particular, a moça uniu seu talento à diversas vertentes musicais e soltou pra a França, e o mundo, uma sonoridade moderna mas com um ar retrô e sofisticado. Ao ouvir suas canções você pode perfeitamente se sentir naquela Paris dos anos 1920, perceber uma vibração à la Edith Piaf ou ser trazido de volta para o século XXI em uma balada pop.

 

Paris

Paris

 

Em 2014 Zaz soltou Paris, um álbum que mostra que a cantora continua a construir uma música cada vez mais elaborada sem perder a leveza nos arranjos, principalmente para sua voz. Uma orquestra bem conduzida e participações requintadas tornam o trabalho uma delícia sonora. Em Paris, marcam presença Quincy Jones, Charles Aznavour, John Clayton  e Nikki Yanofsky. E trabalhar com o nível de exigência  musical de um Quincy Jones….é para poucos!  Seja à capela como em A Paris, no jazz Champs Elysées ou na releitura da clássica Sous Le Ciel De Paris, Zaz fica totalmente à vontade para explorar nuances diferentes em sua interpretação.

 

Quincy Jones & Zaz

Quincy Jones & Zaz

 

Vale muito à pena conferir o trabalho de Zaz. Seu site, zazofficial.com, traz faixas dos seus discos,  vídeos e making off’s e um pouco da história da moça.

Aqui no Link Sonoro você confere a faixa Paris Canaille.

 

Até a próxima! :D

 

 

 
Deixe um comentário

Publicado por em 01/09/2015 em Música

 

Tags: , , , , , , ,

 
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 644 outros seguidores